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CESP - Companhia Energética de São Paulo
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Página Principal»História da Empresa
CESP - Pré Privatização
  • 1885 – Inaugurada a iluminação pública por eletricidade em Rio Claro (SP) com energia fornecida por uma termelétrica a vapor situada no centro da cidade.
  • 1895 – A Companhia Mecânica Industrial Rio Clarense inaugura a Usina Hidrelétrica do Corumbataí, no município de Rio Claro (SP).
  • 1900 – A Central Elétrica Rio Claro reinaugura, após reformas, a Usina do Corumbataí.
  • 1909 – São fundadas de forma independente a Empresa Luz e Força Elétrica de Tietê S.A e a Empresa Luz e Força de Mogi Mirim S.A, duas das onze formadoras da CESP.
  • 1911 – Inauguração da Usina Hidrelétrica São Valentim em Santa Rita do Passa Quatro (SP), pertencente à Companhia Força e Luz São Valentim. Esta empresa é comprada em 1923 pela Companhia Prada de Eletricidade, incorporada pela CESP em 1973.
  • 1912 – Eloy de Miranda Chaves (1875-1964) e outros empresários paulistas adquirem o controle acionário da Central Elétrica Rio Claro e a reorganizaram como S.A. Central Elétrica Rio Claro – SACERC.
  • 1915 – Fundação da Companhia Luz e Força de Tatuí, uma das formadoras da CESP.
  • 1919 – Fundação da Companhia Luz e Força de Jacutinga S.A., formadora da CESP.
  • 1923 – Fundação da Empresa Melhoramentos de Mogi Guaçu S.A., formadora da CESP.
    A S.A. Central Elétrica Rio Claro – SACERC adquire o controle acionário da Empresa Luz e Força de Mogi Mirim S.A.
  • 1926 – S.A. Central Elétrica Rio Claro adquire o controle acionário da Empresa Melhoramentos de Mogi Guaçu S.A., formadora da CESP.
  • 1931 – Fundação, em São João da Boa Vista, da Companhia Sanjoanense de Eletricidade, encampada, em 1953, pelo governo paulista, originando em 1962 a empresa estadual Bandeirante de Eletricidade S.A. – BELSA, uma das formadoras da CESP.
  • 1944 – Inauguração da Usina Hidrelétrica do Jacaré em Brotas (SP) pela S.A. Central Elétrica Rio Claro. Por causa da guerra, sua tubulação foi construída com placas de madeira de lei presas com cintas de ferro, solução inédita para este tipo de construção.
  • 1951 – O Plano Quadrienal de Administração do governo Lucas Nogueira Garcez (1951-1955) estabelece como meta a construção da Usina Salto Grande, no Rio Paranapanema. As obras foram iniciadas nesse mesmo ano.
    Convênio entre os estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo para a criação da Comissão Interestadual da Bacia do Paraná-Uruguai – CIBPU.
  • 1953 – Criação das Usinas Elétricas do Paranapanema S. A. – USELPA, a primeira companhia de economia mista controlada pelo Estado de São Paulo e uma das formadoras da CESP. O Governo do Estado contrata a Companhia Brasileira de Engenharia – CBE para a elaboração do Plano de Eletrificação do Estado de São Paulo. O Departamento de Águas e Energia Elétrica – DAEE, órgão do governo estadual paulista criado em 1951, inicia as obras da Usina Hidrelétrica Limoeiro, hoje Armando de Salles Oliveira, no Rio Pardo.
  • 1954 – O DAEE começa a construção da Usina Hidrelétrica Euclides da Cunha, no Rio Pardo.
  • 1955 – Criação da Companhia Hidrelétrica do Rio Pardo – CHERP, encarregada das citadas usinas no Rio Pardo e a partir de 1957 também das obras do Médio Tietê. A CHERP é uma das formadoras da CESP.
  • 1956 – A CBE apresenta o Plano Estadual de Eletrificação ao DAEE. Este Plano incluía a proposta de uma empresa única que deveria implementá-lo, idéia concretizada dez anos depois com a criação da CESP.
    A USELPA inicia as obras da Usina Hidrelétrica Jurumirim, hoje Armando A. Laydner, no Rio Paranapanema.
  • 1957 – A CHERP começa as obras da usina Hidrelétrica Barra Bonita, no Médio Tietê.
  • 1958 – A USELPA coloca em operação a Usina Hidrelétrica Salto Grande, atual Lucas Nogueira Garcez, no Rio Paranapanema, município de Salto Grande (SP).
  • 1959 – Início da Usina Hidrelétrica Bariri, atual Álvaro de Souza Lima, no Médio Tietê, pela CHERP.
    Início das obras da Usina Hidrelétrica Chavantes, no Rio Paranapanema, pela USELPA.
    Início das obras da Usina Hidrelétrica Caconde, no Rio Pardo, pela CHERP.
  • 1960 – Entra em operação a UHE Euclides da Cunha, no Rio Pardo, em São José do Rio Pardo (SP).
  • 1961 – Criação das Centrais Elétricas do Urubupungá S.A. – CELUSA, uma das formadoras da CESP.
  • 1962 – Criação pelo governo do Estado de São Paulo da empresa de economia mista Bandeirante de Eletricidade S.A. – BELSA, a partir da antiga Companhia Sanjoanense de Eletricidade.
    Inauguração pela USELPA da Usina Hidrelétrica Jurumirim, hoje UHE Armando A. Laydner, no município de Piraju (SP).
  • 1963 – Criação da Companhia Melhoramentos de Paraibuna – COMEPA, que dá início às obras da Usina Hidrelétrica Jaguari, no Rio Jaguari, município de Jacareí (SP). A COMEPA é a última das formadoras da CESP.
  • 1964 – Inauguração pela CHERP da Usina Barra Bonita, no Rio Tietê, em Barra Bonita (SP).
    A COMEPA inicia as obras da Usina Hidrelétrica Paraibuna, no Rio Paraibuna.
  • 1965 – A caminho da unificação: a CHERP adquire o controle acionário da S.A. Central Elétrica Rio Claro – SACERC e associadas (Cia. Luz e Força de Mogi Mirim S.A., Cia. Melhoramentos de Mogi Guaçu S.A. e Companhia Luz e Força de Jacutinga S.A.) e a BELSA assume o controle acionário da Companhia Luz e Força de Tatuí e da Companhia Luz e Força do Tietê S.A.
    A CHERP conclui a UHE Euclides da Cunha.
    Início das obras da Usina Hidrelétrica Ilha Solteira, Rio Paraná, atual município de Ilha Solteira (SP), pela CELUSA.
  • 1966 – A CHERP dá início às obras da Usina Hidrelétrica Promissão, atual UHE Mário Lopes Leão, Rio Tietê, município de Promissão (SP).
    Inauguração da Usina Hidrelétrica Limoeiro, atual UHE Armando de Salles Oliveira, pela CHERP.
    5 de dezembro – Criação das Centrais Elétricas de São Paulo S.A. (CESP), com a fusão de cinco companhias estaduais (Usinas Elétricas do Paranapanema – USELPA; Companhia Hidroelétrica do Rio Pardo – CHERP; Centrais Elétricas de Urubupungá S.A. – CELUSA; Companhia Melhoramentos de Paraibuna – COMEPA e Bandeirante de Eletricidade S.A. – BELSA) e de seis empresas formalmente privadas, mas já controladas pelas estaduais. São elas: S.A. Central Elétrica Rio Claro – SACERC e suas associadas Empresa Luz e Força de Mogi Mirim S.A., Companhia Luz e Força de Jacutinga S.A. e Empresa Melhoramentos de Mogi Guaçu S.A., todas controladas pela CHERP, além da Empresa Luz e Força Elétrica de Tietê S.A. e da Companhia Luz e Força de Tatuí, ambas controladas pela BELSA.
  • 1969 – Inauguração da Usina Hidrelétrica Bariri, no Rio Tietê, município de Bariri (SP).
    Inauguração da Usina Hidrelétrica Ibitinga, no Rio Tietê, município de Ibitinga (SP).
    Inauguração da Usina Hidrelétrica Jupiá, no Rio Paraná, município de Castilho (SP).
  • 1970 – Inauguração da Usina Hidrelétrica Chavantes, no Rio Paranapanema, em Chavantes (SP).
  • 1971 – Início das obras da Usina Hidrelétrica Capivara, no Rio Paranapanema, em Taciba (SP).
  • 1972 – Inauguração da Usina Hidrelétrica Jaguari, no Rio Jaguari, município de Jacareí (SP)
  • 1973 – Início da operação da eclusa de Barra Bonita.
    Início das obras da UHE Água Vermelha (Senador José Ermírio de Moraes), no Rio Grande, Noroeste do Estado de São Paulo.
  • 1974 – Instalação da última máquina da Hidrelétrica Jupiá, no Rio Paraná. Em 16 de janeiro é inaugurada a UHE Ilha Solteira, a maior do País.
  • 1975 – A CESP adquire o controle acionário da Companhia Paulista de Força e Luz – CPFL.
  • 1977 – Inauguração da UHE Mário Lopes Leão (Promissão), no Rio Tietê.
    27 de outubro – A empresa Centrais Elétricas de São Paulo S.A. – CESP passa a denominar-se Companhia Energética de São Paulo – CESP, assinalando suas atividades no campo das energias alternativas.
  • 1978 – Inauguração da UHE Capivara, hoje Usina Hidrelétrica Escola de Engenharia Mackenzie, no Rio Paranapanema.
    Inauguração da Usina Hidrelétrica Paraibuna.
  • 1978-1979 – A CESP restaura a Usina de Corumbataí.
  • 1979 – Início das obras da UHE Nova Avanhandava, no Rio Tietê, município de Buritama (SP).
    Inauguração da UHE Água Vermelha.
  • 1980 – Início das obras da UHE Taquaruçu, no Rio Paranapanema.
    Início das obras da UHE Rosana, no Rio Paranapanema.
    Início das obras da UHE Eng. Sérgio Motta (Porto Primavera), no Rio Paraná.
    Início das obras civis da UHE Três Irmãos, Rio Tietê.
    Início da escavação do Canal Pereira Barreto.
  • 1981 – Inauguração da então Hidrovia do Álcool, de Barra Bonita até Ibitinga (SP).
  • 1982 – Tombamento da Usina do Corumbataí pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo – Condephaat.
  • 1983 – Inauguração da UHE Nova Avanhandava, no Rio Tietê, município de Buritama (SP).
  • 1986 – Entrada em operação das eclusas de Ibitinga e Promissão.
  • 1989 – A Hidrovia Tietê-Paraná passa a denominar-se oficialmente Hidrovia Engenheiro Catullo Branco.
  • 1992 – Iniciadas as obras das Usinas Canoas I e Canoas II.
  • 1993 – Entra em operação a UHE Três Irmãos.
  • 1994 – Inauguração da UHE Escola Politécnica da USP (Taquaruçu).
    Inaugurada a UHE Rosana, no Baixo Paranapanema.
  • 1996 – A CESP formaliza consórcio com iniciativa privada (Companhia Brasileira de Alumínio – CBA) para a conclusão das usinas hidrelétricas Canoas I e II, no Médio Paranapanema (atualmente pertencentes à Duke Energy International, Geração Paranapanema S.A.)

CESP Pós-Privatização

  • 1997 – Vendido o controle acionário da Companhia Paulista de Força e Luz – CPFL.
  • 1998 – Criada e privatizada a Elektro – Eletricidade e Serviços S.A., subsidiária da CESP que inclui sua anterior área de concessão de distribuição de eletricidade. Repotencialização da UHE Lucas Nogueira Garcez (Salto Grande), que passa de 70 MW para 74 MW. Inauguração da eclusa de Jupiá. A CESP doa a PCH São Valentim, situada em Santa Rita do Passa Quatro (SP), à Fundação Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo.
  • 1999 – Inauguração da UHE Engenheiro Sérgio Motta (Porto Primavera), com entrada em operação das três primeiras unidades, totalizando 302,4 MW. Inauguração das hidrelétricas Canoas I e II, no Rio Paranapanema. A CESP aliena para a iniciativa privada sua participação na Companhia de Gás de São Paulo – Comgás. A CESP passa por uma cisão parcial. São privatizadas duas empresas de geração cindidas da CESP: a Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema S.A., atualmente Duke Energy International, Geração Paranapanema S.A., e a Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê, hoje AES Tietê. A Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê, empresa cindida da CESP, doa a Usina do Corumbataí, situada em Rio Claro (SP), à Fundação Patrimônio Histórico da energia de São Paulo.
  • 2000 – A CESP iguala seu próprio recorde, conquistando em 1969 na UHE Eng. Souza Dias (Jupiá), ao colocar em operação, na mesma usina e no mesmo ano, cinco novas unidades geradoras na UHE Eng. Sérgio Motta (Porto Primavera).
  • 2001 – A UHE Engenheiro Sérgio Motta passa por repotencialização e a décima-primeira máquina entra em operação, elevando a potência da usina para 1.210 MW. 5 de dezembro – A CESP completa 35 anos.
  • 2002 – Entram em operação a décima-segunda e a décima-terceira máquinas da Usina Eng. Sérgio Motta (Porto Primavera), elevando a potência total instalada para 1.430 MW.

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